Gripe A: Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções

é preocupante!
Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções de gripe A (H1N1), com 20,9 casos por cada cem mil habitantes, a seguir ao Reino Unido, com 21,4 casos por cada cem mil habitantes.
As contas foram feitas pela agência Lusa com base na listagem de casos divulgados hoje no portal do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças e no número de habitantes dos respectivos países.
A Alemanha e a Grécia ocupam o terceiro e o quarto lugares do “ranking” das maiores incidências de infecções, respectivamente com 18,9 e 17,1 casos por cada cem mil habitantes.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças aponta Portugal como o terceiro país europeu com mais casos confirmados de gripe A (2.244), depois da Alemanha (15.567) e do Reino Unido (13.095).
Contudo, em proporção com a população, a incidência de infecções acaba por ser maior em Portugal, que tem 10,7 milhões de habitantes, do que na Alemanha, com 82 milhões de habitantes.
Notícia do Jornal “Publico.PT“
Existem muitos vírus, responsáveis por doenças distintas e de gravidades muito variáveis. Nesta época do ano o mais falado é o vírus da gripe. A gripe é uma infecção respiratória grave provocada pelo vírus Influenza do qual existem vários serotipos.
Este vírus é transmitido pelo ar (quando falamos, espirramos ou tossimos expelimos gotículas que transmitem o vírus quando estamos contagiados) e tem um período de incubação de 3 a 4 dias, isto é, só passado 3 ou 4 dias após a contaminação apresentaremos os sintomas da doença provocada pelo vírus.
Os sintomas aparecem de forma repentina com febres altas (38-40ºC), dores musculares, dores de cabeça e só depois as queixas respiratórias como a tosse, expectoração, nariz congestionado ou a pingar, e dores de garganta ou garganta irritada.
A duração do tratamento é de 5 a 7 dias, e este é dirigido aos sintomas (antipiréticos, antitússicos, descongestionantes..). Também existem antiviricos usados na prevenção e tratamento da gripe; de prescrição médica devem ser tomados no primeiro dia de infecção e ajudam a atenuar os sintomas e diminuem a duração da doença e o risco de complicações ( ex: pneumonias).
Os antibióticos não são úteis no tratamento da gripe porque só actuam sobre bactérias e o agente patogénico da gripe é um vírus
Além dos medicamentos deveremos ingerir líquidos, repousar e ter uma alimentação correcta, manter o espaço onde nos encontramos arejado e evitar mudanças de temperatura.
Mas a grande arma conta a gripe é a prevenção. Prevenir é também VACINAR
Qualquer pessoa pode ser vacinada excepto as que tenham história de reacção alérgica á vacina ou que são alérgicas ao ovo. Embora a vacinação esteja sobretudo recomendada aos grupos mais frágeis (idosos, pessoas com sistema imunitário diminuído, doentes crónicos como diabéticos, doentes cardiovasculares, insuficientes renais ou hepáticos, bebés com historia de doenças respiratórias, trabalhadores da área da saúde ou que cuidam de idosos ou doentes) a verdade é que a vacina pode ser tomada por todos, e quantas mais pessoas estiverem prevenidas mais difícil se torna a propagação da gripe.
A gripe é diferente de uma constipação
As constipações embora sejam também infecções viricas são provocadas por uma classe diferente de vírus, sendo o principal o rinovirus. Os sintomas são parecidos com os da gripe e por isso existe muita confusão na população acerca da eficácia da prevenção da gripe por vacinação. Na realidade os sintomas da constipação são resultantes principalmente da afecção das vias respiratórias superiores (nariz e garganta) com espirros olhos lacrimejantes, fadiga, dores de cabeça e dores musculares moderadas e febres baixas. Ou seja os sintomas não são tão agudos e a sua evolução é em geral benigna. As constipações acontecem em média 3 a 4 vezes por ano. Não existem medicamentos específicos para tratar as constipações, e geralmente actua-se aliviando os sintomas com ajuda de antipiréticos, anti-inflamatórios e descongestionantes nasais.
Os vírus que causam constipações entram pelo organismo pela boca e nariz. Boas regras de higiene ajudam a prevenir o contágio. Assim:
Lave as mãos frequentemente, principalmente depois de se assoar, tossir, espirrar e antes de comer.
Use lenços de papel para tapar a boca quando vai espirrar ou tossir. Se não for possível cubra a boca com a mão e depois lave-a.
Não partilhe talheres, copo ou prato com outra pessoa.
Evite contacto prolongado com pessoas constipadas; e se estiver constipado evite estar perto de pessoas saudáveis para não as contaminar.
Vacina da gripe A divide médicos e enfermeiros
Dúvidas quanto à segurança e efeitos secundários deixam muitos profissionais renitentes à vacinação
Os profissionais de saúde estão incluídos no primeiro grupo de risco prioritário para a vacinação contra o vírus da gripe A (H1N1), mas há muitos médicos e enfermeiros renitentes em ser vacinados. O Ministério da Saúde desvaloriza as dúvidas.
Numa ronda por vários sindicatos dos médicos e enfermeiros portugueses, o JN constatou que há opiniões diversas em relação à vacinação e que, a avaliar pelos depoimentos recolhidos, há muitos profissionais que não estão decididos a vacinar-se por terem dúvidas em relação à segurança e aos efeitos secundários da vacina.
Pilar Vicente, médica nos hospitais civis de Lisboa e dirigente do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, garante que “a maior parte” dos médicos não quer ser vacinada e que até têm sido “desaconselhados por grande parte dos colegas que trabalham na área do medicamento”. A “desconfiança” dos médicos assenta no facto de a vacina ter sido concebida “à pressa” e na convicção de que “não foram corridos todos os passos e realizados todos os testes que são habituais na experimentação e na confirmação da sua segurança”.
A médica diz, inclusive, que já foram publicados em revistas médicas inglesas (cita o New England Journal of Medicine) artigos que dão conta de efeitos adversos relacionados com perturbações neurológicas e alterações do sistema nervoso periférico e central para justificar as “fortes desconfianças” da comunidade médica em relação à vacina.
A dirigente sindical compreende a decisão do Ministério da Saúde de incluir os médicos e enfermeiros no grupo prioritário de vacinação, mas entende que ninguém os pode obrigar a ser vacinados. Pilar Vicente acredita na responsabilidade individual de cada um deles e que, caso tenham sintomas da doença, “serão os primeiros a abster-se de ir para o serviço e a ficar em casa por precaução para não contaminarem ninguém”.
O bastonário da Ordem dos Médicos também entende que “cada médico deve tomar a sua própria decisão” e que, tal como os doentes, “não podem ser tratados à força”. E embora diga que “as recomendações da Direcção Geral da Saúde são para cumprir”, “isso não significa que seja obrigatório os médicos vacinarem-se”.
No Hospital de Aveiro, onde trabalha Sérgio Esperança, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Centro, também há médicos que têm manifestado algum “receio” em relação à vacina por temerem reacções auto-imunes. Mas o dirigente acredita que estas questões estão salvaguardadas, visto que as vacinas foram autorizadas pela Organização Mundial de Saúde e pela Agência Europeia do Medicamento.
Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que a questão também preocupa os enfermeiros, que estão divididos em relação à vacinação. “Há algumas reservas”, diz, citando “estudos que suscitam dúvidas” em relação a efeitos contraditórios da vacina e recusando que os enfermeiros sejam obrigados a vacinar-se.
Contactada pelo JN, fonte do Ministério da Saúde desvalorizou as dúvidas dos médicos e enfermeiros e mostrou-se confiante de que não haverá um “não massivo” à vacinação. “Os profissionais de saúde são extremamente conscientes e, no momento certo, saberão tomar a sua decisão”, disse.
Fonte: Sapo.PT
YouTube com interface mais interactivo

O portal de vídeos mais visitado da Internet vai ter uma cara diferente. A equipa do YouTube responsável pelo projecto está a testar um novo interface, com o objectivo de fazer deste sítio mais intuitivo e interactivo.
Ainda não está disponível a versão final, mas podemos ter uma ideia do design / funcionalidade. Uma página negra como fundo, a distribuição de vídeos em forma de circulo permite a escolha dos mesmos. Quando o rato passa por cima de cada um deles, abre-se o respectivo filme ou hipoteticamente uma categoria.
Ver aqui o link
Ainda é muito cedo para fazer mais comentários, certo é que a udestudio.com vai acompanhar o desenvolvimento deste conceito que o You Tube quer implementar. Está na moda
Michael Jackson’s This Is It
Olá a todos.

Já estriou o filme de Michael Jackson “Michael Jackson’s This Is It” em lisboa. Aqui estão alguns link´s para poderem saber em que salas de cinema está o filme: salas de cinemas em Lisboa
O site oficial do filme do Cantor, aqui
O site do trailer Cantor, aqui
Ainda não vi o filme, devo ir ver muito em breve, publicarei a minha humilde opinião
Dicas para criar senhas seguras
Por mais incomodo que seja utilizar senhas, ainda não existe recurso que seja ao mesmo tempo melhor, mais confiável e com maior viabilidade para que as pessoas possam proteger seus dados ou seu património. Nos dias actuais, todos nós precisamos decorar dezenas de senhas: para uso no banco, para acesso ao email, para identificação em uma rede social, para activação do alarme de casa, etc. O problema é que de nada adianta criar senhas se elas podem ser descobertas facilmente ou se você tiver dificuldades para decora-las ou protege-las. Este artigo foi criado para te ajudar a lidar com isso. Você verá dicas para criar senhas seguras, conhecerá macetes para protege-las, enfim, receberá orientações sobre o que fazer e o que não fazer com elas.
Porque é demasiado longo este tema faço aqui um link para a restante informação
Anti-Vírus Microsoft Security Essentials
Como o nome sugere, o Security Essentials não busca oferecer uma proteção completa e sim o essencial – ou seja, o básico. O objetivo da Microsoft, segundo ela própria, é dar uma opção nova àqueles usuários que não possuem antivírus instalado. Números fornecidos pela empresa sugerem que 60% dos computadores não têm um antivírus. Essa estatística foi questionada, mas ainda assim é certo que alguns PCs não têm software de segurança contra pragas digitais, muitas vezes por questões de desempenho, considerando-se os notórios problemas dos antivírus nesse quesito.

Microsoft Security Essencials
Programa de instalação não passa dos 9 MB, mas requer Windows original. (Foto: Reprodução )
A nova solução gratuita não é direcionada a empresas. A Microsoft tem outro produto, o Forefront, que é pago, para esse mercado. Embora o Forefront tenha recursos diferenciados para uso em rede, o MSSE é tão focado em remoção de vírus que se assemelha mais ao Forefront do que ao descontinuado OneCare, que trazia uma suíte de aplicativos para manutenção do sistema.
O Security Essentials atende apenas ao usuário doméstico, e principalmente quem precisa de um software leve e razoável. A qualidade existe, mas o programa não dispõe de tecnologias que hoje podem ser encontrados em boa parte dos softwares, como a análise de comportamento (HIPS), que é capaz de detectar vírus desconhecidos.
No entanto, ele é o primeiro antivírus da Microsoft a utilizar o Dynamic Signature Service (DSS). Com essa tecnologia, o programa monitora a atividade dos aplicativos em execução. Quando uma atividade suspeita é detectada, informações são enviadas para que seja verificada a existência de uma assinatura. Com isso, o usuário estará protegido mesmo sem estar com a última atualização do MSSE, já que uma assinatura específica será baixada dos servidores quando necessário. O DSS deve ser incluído também no Forefront, o que fará com que ambos trabalhem juntos, melhorando o produto corporativo da Microsoft.
Leve, básico, simples e somente para Windows original
A simplicidade do “Essentials” é percebida até no programa de instalação: apenas 8,6 MB para Windows ou 4,7 MB para Windows Vista. Esse número pode ser comparado aos 30 MB das versões gratuitas do Avast e do AVG, por exemplo, e aos 33 MB do Avira. Antivírus e suítes pagas são ainda maiores.
A instalação não deve apresentar nenhuma dificuldade ou opção avançada. Há apenas um detalhe: ela verifica se a cópia do Windows instalada no computador é original.
Quando a instalação termina, é apresentada a tela inicial da interface do programa. Limpa e direta, ela faz uso de cores para informar se tudo corre bem (verde) ou se há problemas (vermelho). Na tela exibida é possível realizar uma verificação do sistema, que deve iniciar automaticamente se a opção no final da instalação foi deixada ativa. Há uma aba para verificar atualizações, uma para o histórico e quarentena, e outra para configurações.
Há bastante para se ver na parte de configurações, mas praticamente nada do que está ali precisará ser mudado na maioria dos casos. A coluna faz apenas a recomendação de trocar a ação recomendada no caso de infecção para Quarentena, para que o programa não remova arquivos legítimos acidentalmente.
O MSSE vem programado para realizar uma varredura rápida uma vez por semana, mas isso não deve causar impacto no desempenho do PC. Dois motivos para isso: o software só realiza a operação se o sistema estiver ocioso, e a varredura rápida faz jus ao nome – levou apenas dois minutos no notebook usado pelo teste do G1 (Core 2 Duo 1,7 Ghz com 1 GB de RAM e disco rígido de 5400 RPM).
Não foi perceptível nenhuma queda significativa no desempenho do sistema, embora a quantidade de memória disponível no notebook de teste fosse a mínima recomendada pela Microsoft para a instalação do programa.
Quando uma praga digital é encontrada, o MSSE exibe um alerta pop up a partir da barra ao lado do relógio. Ali é possível tomar diretamente a ação recomendada ou ver mais informações. Nenhum alerta sonoro é emitido.
O G1 não fez um teste para avaliar a capacidade de detecção de pragas digitais, mas usou informações do laboratório alemão AV-Test– confira logo abaixo. Testes antivírus de boa qualidade são difíceis de serem realizados e, embora um teste rudimentar pudesse ser feito, seu resultado seria questionável. Há apenas alguns poucos laboratórios no mundo com especialistas nessa área, entre os quais o AV-Test.
No entanto, o G1 tentou baixar uma praga digital brasileira e nova para o notebook com o Security Essentials. Os vírus brasileiros normalmente usam inicialmente um componente conhecido como ‘Downloader’. Ele geralmente passa pelos antivírus, desativa os softwares de segurança e então baixa as demais partes do código malicioso, que geralmente têm uma detecção melhor. Nesse ponto, no entanto, o antivírus normalmente não está mais em perfeito estado de funcionamento para detectar o problema.
No caso do MSSE, o downloader inicial foi detectado assim que o arquivo malicioso foi baixado. Portanto, nem foi necessário executar o cavalo de troia para ver se os demais componentes seriam detectados.
Reação da concorrência, desempenho e conclusão
A pergunta de muitos usuários certamente é: “devo trocar meu antivírus pela nova oferta da Microsoft?” Essa é uma questão difícil de responder. Não há como avaliar criteriosamente um software que acabou de ser lançado. Não é nem razoável supor que o desempenho inicial dele seja mantido – ele pode melhorar ou piorar nos meses seguintes. Ainda é cedo para fazer qualquer julgamento.
Fonte: Aqui
Twitter lança novas regras de utilização de serviço “Twitter – Terms of Service”
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Pode ler mais em: http://twitter.com/tos
Influencias da era Moderna
From Impressionism to Pop Art, the commonplace and even the comic strip have become ingredients for the artist’s caldron. What Cezanne did with apples, Picasso with guitars, Leger with machines, Schwitters with rubbish, and Duchamp with urinals makes it clear that revelation does not depend upon grandiose concepts. The problem of the artist is to defamiliarize the ordinary. ![]()

Ver biografia de Paulo Rand
O que é um Gentleman?
Acredito que seja isto que transporto para aqui:
Que é em definitivo um gentleman? É um homem livre e bem educado, existindo por si mesmo e sabendo fazer-se respeitar. É diferente do homem de boa sociedade, do homem de boas maneiras, mesmo do homem de honra: as maneiras, a linguagem, a polidez não bastam. São lhes necessárias, ademais, a independência e a dignidade. Qualquer vassalagem, qualquer servilismo, qualquer familiaridade mesmo, com mais forte razão um ato desonroso, uma mentira, uma improbidade, fazem perder o titulo de gentleman. – em suma, o gentleman é o tipo inglês do homem acabado, e pode dizer-se do próprio rei que é mais ou menos gentleman. A domesticidade sob todas as suas formas, suprime de duas maneiras o sentimento da igualdade: porque a dependência e a vulgaridade não podem confundir-se com a independência e educação.
O gentleman lembra o sábio dos estóicos, o tipo do que se deve ser. É preferível que seja rendeiro e bem nascido, mas isso não é rigorosamente indispensável: é difícil mas não impossível que ele seja comercial ou industrial.
Se deve ganhar a sua vida, é preciso manter-se altivo, reservado, superior á fortuna e ás circunstancia e só apresentar as suas contas como um artista ou um médico, com uma espécie de pudor altivo, que conta com a delicadeza do próximo e não confessa nem os seus sofrimentos, nem as suas necessidades, nem as suas inquietações, nem nada que o constitua inferior àqueles de quem reclama a estima e repele a comiseração. O verdadeiro gentleman é ou deve mostrar-se acima de qualquer coação; não tem senhor e não age senão por condescendência ou por dever. Homem algum não tem nada a ordenar-lhe, e quando obedece, é á lei impessoal, ou á palavra dada, ou ao contrato aceito, em suma, a si mesmo que obedece, ao que obedece justo, eqüitativo, e não a um despotismo qualquer. – “Deus e o meu direito”, eis a sua divisa. O gentleman é decididamente o homem livre, o homem mais forte do que as cousas, sentindo que a personalidade suplanta todos os atributos acessórios de fortuna, de saúde, de categoria, de poder, etc…, e constitui o essencial, o valor intrínseco e real do indivíduo. Diz-me quem és e dir-te-ei o que vales. Esse ideal luta felizmente contra o grosseiro ideal, igualmente inglês, do capital, cuja formula é: quanto vale este homem?
O gentleman é o homem dono de si mesmo, que se respeita e se faz respeitar. Sua essência é pois a soberania interior. É uma caráter que se possui, uma força que se governa, uma liberdade que se afirma e se mostra e se regula sobre o tipo da dignidade. Esse ideal é mais moral do que intelectual. Mas do respeito a si mesmo derivam mil cousas, tais como o cuidado da própria pessoa, da linguagem, das maneiras, a vigilância do corpo e da alma, o domínio dos instintos e das paixões, a necessidade de bastar-se a si mesmo; a altivez que não implora e não quer favor algum, o cuidado de não expor-se a nenhuma humilhação, a mortificação alguma, não se colocando sob a dependência de nenhum capricho humano, a preservação constante da honra e do amor próprio.(…) Há de manter-se o gentleman irrepreensível, para não sofrer qualquer censura; para ser tratado com respeito, estará sempre atento em conservar as distâncias, em matizar as atenções, em observar todas as gradações da polidez convencional, segundo a classe, a idade, a situação das pessoas. Por isso mesmo, será imperturbavelmente reservado e circunspecto em presença de algum desconhecido, cujo nome e valor ignore e a quem poderia manifestar excesso ou falta de cortesia. Ele o ignora e o evita; e se é interpelado, desvia-se: se lhe dirigem a palavra, interrompe logo com altivez.
Sua polidez é pois não humana e geral, mas toda individual e apropriada as pessoas.

