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Archive for Novembro 2008

Bruce Lee II Parte

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Não me digam que não acreditam… Qual Nokia96…

Escrito por udestudio

Novembro 26, 2008 em 9:15 pm

Nokia N96 – Bruce Lee Ping Pong

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Bruce Lee – Vou mostrar aqui como se joga Ping Pong

O Zangchuie – Vais pois, mas não vale é jogar com as matracas pá… afinal o que é isto? pá, estas á mandar areia pros meus olhos ou quê?

Bruce Lee – Vá lá não sejas pateta, isto é pro anuncio do Nokia N96 pá!

Cabaret Maxime apresenta – DISCO HITS & DANCE BEATS com DJ XUXAS

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Grande noite no Cabaret Maxime com DISCO HITS & DANCE BEATS a pedido de muitas e muitas familias…

Entrada: 5 euros só… já esquecia! (com oferta de uma bebida)

You tube LIVE

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Para quem viu, de certeza que vai querer voltar, para quem não viu não sabe o que perdeu…

Que grande sôm este. Oiçam vale mesmo a pena…

Aqui fica o link para lá chegarem http://www.youtube.com/live

Escrito por udestudio

Novembro 26, 2008 em 12:50 am

Nehalem – Novo processador da Intel

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O Nehalem representa a próxima arquitetura Intel, ainda produzida usando a técnica de 45 nanômetros, mas com diversas mudanças arquiteturais em relação ao Penryn. Ainda se sabe relativamente pouco sobre ele, de forma que vou me limitar a comentar as informações que já estão mais ou menos confirmadas. Enquanto escrevo, o projeto ainda não está sequer finalizado e é tratado como segredo de estado dentro da Intel. Se não houverem atrasos, as primeiras unidades do Nehalem devem chegar ao mercado no final de 2008, mas não espere que ele se popularize antes da segunda metade de 2009.

Ao contrário do Yorkfield, produzido pela combinação de dois Penryns, com dois núcleos cada um, o Nehalem será um processador quad-core nativo. Ele adotará dois recursos que até então eram exclusividade dos processadores AMD: um controlador de memória integrado (DDR3) e um barramento rápido (similar ao HyperTransport) para interligar os núcleos do processador e também ligá-lo ao chipset.

Um detalhe importante sobre o controlador de memória é que além do tradicional suporte a dual-channel, estão em desenvolvimento também versões “tri-channel” e “quad-channel”, com acesso simultâneo a até 4 módulos simultaneamente, alargando o barramento com a memória de forma a melhor atender os 4 núcleos. As quad-channel estarão inicialmente restritas aos servidores, mas pode ser que a Intel utilize o sistema em alguma série destinada a entusiastas (como os Core 2 Extreme). A questão é que usar 4 módulos de memória é muito custoso e o ganho de desempenho em relação a utilizar apenas dois tende a ser pequeno, de forma que não devemos ver o recurso se popularizar nos PCs domésticos em um futuro próximo.

Assim como o Conroe e o Penryn, o Nehalem utilizará um sistema de cache compartilhado, onde todos os núcleos possuem um cache comum. Ainda não está claro se será mantida a arquitetura atual, onde cada núcleo possui um cache L1 próprio e o cache L2 é compartilhado, ou se será adotado um cache de 3 níveis, onde cada núcleo possui um pequeno cache L2 próprio e um grande cache L3 é compartilhado por todos.

Ao contrário do deselegante Kentsfield, onde todos os núcleos operam sempre à mesma freqüência e usando a mesma tensão, o Nehalem oferecerá um sistema de gerenciamento independente, onde cada núcleo pode operar a uma freqüência condizente com seu nível de utilização. Dentro deste conceito, a idéia do cache de três níveis, onde cada núcleo possui caches L1 e L2 exclusivos me parece fazer mais sentido, pois permite que os núcleos não-utilizados, ou mesmo o próprio cache L3 (que consumiria boa parte da energia do processador) sejam completamente desligados, sem prejuízo para o desempenho dos núcleos que continuarem ativos.

Podemos esperar uma configuração similar à do Athlon X2, onde temos um único controlador de memória, compartilhado entre todos os núcleos e uma interface de gerenciamento encarregada de distribuir a carga entre eles e monitorar o nível de carregamento de cada um.

Buscando melhorar o aproveitamento dos 4 núcleos e maximizar o desempenho do processador nos momentos de inatividade, em que apenas um ou dois deles estiverem ativos, o Nehalem utilizará uma versão aperfeiçoada do Hyper-Threading, introduzido na época do Pentium 4.

O Nehalem utilizará uma arquitetura mais modular, o que facilitará o desenvolvimento de versões com mais ou menos núcleos. Além da versão com 4 núcleos, existirão versões com 2 núcleos e 8 núcleos, embora ainda não esteja claro se a versão com 8 núcleos será um design octo-core “nativo”, ou se será a combinação de dois processadores quad-core dentro do mesmo encapsulamento.

Além da questão do gerenciamento de energia, a arquitetura escalável do Nehalem permitirá o lançamento de versões mais simples, com apenas 1 ou 2 núcleos, que podem ser usadas nas linhas de processadores de baixo custo. É de se esperar que, caso realmente lançada, a versão com apenas 1 núcleo não seja destinada a desktops, mas sim a sistemas móveis como os UMPCs e MIDs. Como de praxe, serão lançadas versões com configurações variadas de cache, de acordo com o preço e o público-alvo, como atualmente.

A Intel divulgou também planos para produzir versões do Nehalem com aceleradores gráficos integrados, de forma similar ao Fusion da AMD. O principal problema é que, ao contrário da AMD (que agora possui a ATI), a Intel não possui sequer um acelerador gráfico competitivo. A Intel poderia desenvolver uma versão um pouco mais rápida do GMA3500 (o vídeo onboard utilizado no chipset G53) e integrá-la ao processador ao invés de no chipset, mas isso não seria uma grande evolução, já que o desempenho do vídeo integrado continuaria sendo baixo.

No final de 2009 ou (mais provavelmente) início de 2010 está previsto o lançamento do Westmere (também chamado de Nehalem-C), uma versão aprimorada do Nehalem, produzido usando a técnica de 32 nanômetros que sucederá a de 45 nanômetros usada no Penryn. Ele será sucedido pelo Sandy Bridge (anteriormente chamado Gesher), uma nova arquitetura, sobre a qual pouco se sabe além de vagos anúncios que dão a entender que ele possuirá 8 núcleos nativamente, onde cada núcleo possuirá cache L1 e L2 próprios e todos compartilharão um grande cache L3 (o que reforça a tese do uso do design de 3 níveis no Nehalem) e de que ele será capaz de operar a 4.0 GHz ou mais.

Essa última informação merece uma análise mais cuidadosa, pois 4 GHz não está muito acima dos processadores atuais. Como as versões iniciais do Penryn operarão na faixa dos 3.2 GHz, a meta de 4 GHz para o Sandy Bridge (que está duas gerações à frente) mostra que a própria Intel não acredita mais em grandes aumentos na freqüência de operação das próximas famílias de processadores e está por isso investindo no desenvolvimento de projetos com 4 e 8 núcleos, além do desenvolvimento de novos conjuntos de instruções (como o SSE4), novos compiladores e outras ferramentas que facilitem o desenvolvimento de softwares capazes de extrair ganhos reais de desempenho dos novos processadores.

Uma coisa que está clara é que softwares não-otimizados, categoria que engloba a grande maioria dos programas que utilizamos hoje em dia, não rodarão muito mais rápido em um Nehalem ou Sandy Bridge do que rodam atualmente em um Core 2 Duo overclocado para 3.0 GHz ou mais. Será necessária toda uma safra de novos softwares para que o potencial de designs com 8 cores, como o Sandy Bridge, possa ser completamente explorado.

Com o Sandy Bridge, já estamos em 2011. A partir deste ponto as informações oficiais acabam e passamos a depender apenas de especulações. Duas tendências que poderia antecipar, com uma razoável margem de certeza, são a introdução de uma técnica de fabricação de 22 nanômetros (0.022 micron) em algum ponto entre 2011 e 2013 e a introdução de chips “modulares”, construídos a partir da combinação de um grande número de processadores x86, derivados da arquitetura do Nehalem e chips especializados em funções específicas, como processamento de vetores, unidades de processamento 3D (que complementarão, ou substituirão as placas 3D dedicadas) e assim por diante.

Uma amostra deste “admirável mundo novo” foi a demonstração de um chip com 80 núcleos dada pela Intel em fevereiro de 2007, desenvolvido com o objetivo de oferecer 1 teraflop de poder de processamento. Cada um dos 80 núcleos é um chip relativamente simples, otimizado para processar instruções de ponto flutuante. Cada chip possui um “roteador” que o interliga aos vizinhos. Esta estrutura permite que as instruções sejam distribuídas entre os núcleos de forma bastante similar ao que acontece dentro de um cluster com várias máquinas. A principal diferença é que tudo é feito dentro de um único chip.

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Novembro 22, 2008 em 1:16 pm

Sony apresenta novos cartões Memory Stick Pro-HG Duo

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Para ficheiros cada vez maiores, a Sony criou novos cartões de memória Memory Stick. Foram ontem apresentadas versões de quatro ou oito gigabytes, que devem chegar ao mercado em Outubro.

Estes cartões de memória têm uma velocidade de leitura de 20 MB por segundo e de 15 MB por segundo para escrita.

Trazem uma garantida de dez anos. Os testes que a Sony fez mostram que, ao serem utilizados com o adaptador USB fornecido, estes cartões reduzem o tempo de transferência dos dados em um terço, comparados com os Memory Stick Pro Duo

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Novembro 22, 2008 em 1:04 pm

IBM pode chegar aos 22 nanómetros

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A IBM desenvolveu uma tecnologia que lhe vai permitir produzir chips de 22 nanómetros (nm), antes da Intel ou da AMD.

A Intel e a AMD são os principais fabricantes de processadores da actualidade e estão a trabalhar no lançamento de chips de 32 nanómetros, cujos lançamentos estão previstos para 2009.

A IBM, que já tem no porta-fólio o processador Cell das Playstation 3 de arquitectura de 45 nanómetros, quer rapidamente passar para os de 22 nm, através de uma técnica, que dá pelo nome de Computational Scaling.

Segundo o Daily Tech, a nova técnica de fabrico permite produzir nós de comunicação a uma escala mais pequena que a das concorrentes AMD e Intel.

A Computational Scaling vai permitir transitar da arquitectura de 32 para 22 nm sem ter de mudar de equipamento de produção.

A redução de tamanho dos processadores permite colocar mais dispositivos no mesmo espaço, poupar energia e reduzir o calor dissipado.

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Novembro 22, 2008 em 12:59 pm

Carros e aviões de papel no futuro vão transportar pessoas…

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O novo material é constituído por nano-tubos de carbono 50 mil vezes menos espessos que um cabelo humano.

O Buckypaper tem por base a aplicação de nanotubos – um conceito que tem vindo a ser trabalhado por laboratórios de nanotecnologia de vários pontos do mundo.

Os investigadores da Universidade da Florida anunciaram ter desenvolvido um material que pode ser usado em veículos de transporte, electrodomésticos ou ferramentas de trabalho com menos custos e maior eficiência energética.

Criado o Buckypaper, os inventores da universidade norte-americana têm como prioridade o desenvolvimento de um processo de fabrico que permita a produção e a venda do novo material a custos baixos.

De acordo com notícia da Reuters, o novo material consegue conduzir electricidade da mesma forma que o cobre, mas permite dispersar o calor como o aço.

Até à data, o nano-material mais resistente do mundo era conhecido por IM7 – os investigadores da Universidade da Florida acreditam que podem superar este material com outro da mesma “família”, mas 35% mais leve.

Escrito por udestudio

Novembro 22, 2008 em 12:51 pm

Playground – Concertos Novembro & Dezembro

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“Playground Covers Band” uma banda lisboeta para fazer recordar temas como: Long Train Running Kiss, Hungry like the wolf mony mony, Sweet drweams video killed e por ai fora deem-lhes espaço e a verba depois da festança, que eles voltam e voltam e a prova disso mesmo é que vão estar no dia 22 de Novembro nos “Templários” 28 na Fábrica do Braço de Prata e de 16 a 25 de Dezembro no Casino de Lisboa.

Ver mais aqui

Web Design – Usabilidade

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Ainda existe muito boa gente que não dá importância á usabilidade. Vou inumerar aqui alguns erros comuns na falta dela ou apenas detectados.

Navegação inconsistente

A navegação de um site deve conter duas coisas: mostrar uma lista de locais que você pode ir e mostrar a sua localização actual. Ele deve manter-se consistente ao longo do site pois ele é uma âncora – deve ser familiar para que as pessoas entendam que possuem controle de onde estão e para continuar a navegar. Alterando a navegação de página para página cria-se confusão mental, então mantenha-os simples e consistentes.

Links não identificados

Links são os elementos-chave de um site – eles são a fundação da web. Faça-os fáceis de serem identificados. A convenção é que os links sejam azuis e sublinhados. No entanto, você não precisa de seguir esta regra se não lhe convém este estilo no seu site, mas você deve destacá-los de uma maneira ou outra. Eu prefiro não utilizar links simplesmente de cor preta, a não ser que sejam localizados no contexto certo (por exemplo, uma barra de navegação).

Formulários de registo longos

E não são apenas os formulários longos que são cansativos – qualquer coisa que seja longa é cansativa. Os formulários de registro são uma barreira séria: você está a forçar um usuário a trabalhar por vezes sem necessidade. As pessoas odeiam preencher formulários extensos sem motivo aparente, então remova tudo aquilo que não é absolutamente necessário. Existe técnica para chegar aos resultados pretendidos, exibir formulários por diversas fases, assim passaram despercebidas ao longo do processo. Lembre aos usuários que podem preencher determinados campos opcionais mais tarde.

Registo necessário para visualizar determinada área ou simplesmente para visualizar conteúdo.

Não se deve começar por interditar o acesso ao site por meio de registo mas reservar áreas quando se pretende que assim seja. Já esteve provavelmente numa situação onde esteve a procura de algo no Google e que depois de encontrar encontra uma barreira para o visualizar? um site que pede um registro para o poder visualizar, pode estar a esconder conteúdo valioso é uma barreira séria e frustrante para seu visitante, é caso para não voltar mais…

Paginação excessiva

Lembra-se daquele artigo interessante que começou bem, e que a meio dele notou que ele possue outras páginas mais? É muito frustrante, vai precisar de abrir mais páginas, esperar que o browser as carregue para terminar de ler o artigo. Esta acção até pode até aumentar seus pageviews e fazer com que você possa ganhar mais com publicidade, mas vale a pena? Além de ser irritante para seus usuários, é também mau para o SEO, pois você estara a separar conteúdo relevante em páginas. Isso faz com que o robô dos sistemas de busca fiquem confusos a ponto de não entender sobre o que é cada página contêm.

Texto longo

E pá este texto é longo! Os seus visitantes raramente leêm a página na totalidade, geralmente eles procuram por algo específico ou algo do seu interesse. Eles fazem vão lendo por topicos a respectiva página inteira á procura por algo no qual focar o seu interesse. Use texto em negrito, títulos grandes e imagens para providenciar uma estrutura possível de leitura rápida para seu conteúdo.

Sem informação para contacto

Por último e não menos importante, seja responsável pelo que escreve e forneça a hipótese de comentarem o que disponibiliza na Internet coloque no mínimo o seu email.

Existem outros erros de usabilidade provavelmente… Deixe o seu comentário!!!