Archive for Dezembro 2008
Fim de Ano no Cabaret Maxime

Procura um réveillon espampanante, cheio de glamour, plumas, bom-gosto e grande música? Deseja uma festa com jantar, guloseimas várias, o obrigatório champanhe e tudo o mais? Quer entrar em 2009 em delírio, num dos locais mais carismáticos do mundo?
As Produções deLuxe Banana e o Cabaret Maxime, oferecem-lhe tudo isto e não só! Este palco vai receber um dos eventos mais chiques de Lisboa, apresentando uma noite de fim-de-ano recheada de surpresas e emoções! Temos o tremendo espectáculo de variedades do Cais Sodré Cabaret!, com pin-ups, lindas dançarinas, vaudeville, burlesco (vintage strip-tease), magia, exotismo, sensualidade e mistério! Um grupo musical maravilha, que vai esvaziar as mesas e encher a pista de bailarinos – os 49 Special – do swing ao rock tudo é permitido, desde que seja para dançar! E ainda… uma surpresa especial – o tenor italiano Sandro Core – cantor romântico de charme á flor da pele e sorriso permanente, que regressa ao Maxime (onde fez parte do elenco privativo), trazendo “Volare”, “Quando Quando” e uma série de outros êxitos após uma ausência de quase cinco anos. Vai ser a grande atracção da noite!
Na dupla-grafonola aos comandos do ritmo, os DJs Miss Scarlett e Carlos Deluxe! Pela noite dentro e até às tantas da manhã, vamos ter ainda os fabulosos Campeões do Yé-Yé, que irão arrasar com a pista até gastar as solas dos sapatos!
Traga o seu par e prepare-se para rodopiar na vertigem do champanhe, dando as boas vindas a 2009 com alegria e optimismo! Escolha o menú e marque já a sua mesa, e – caso não queira jantar e prefira apenas a loucura do réveillon – compre já o seu bilhete! Não perca tempo, e marque antes que esgote. A lotação é limitada!
Entre em 2009 com estilo! Deixe que as bolinhas de champagne lhe subam à cabeça, e divirta-se!
Um natal diferente é no Cabaret Maxime
Natal: um nome que nos faz sonhar, que faz grunhir a nossa rena interior. Tragam as prendas mais horríveis da consoada e troquem-nas! Um prémio especial para a pior prenda 2008 na noite de 24 com os É NA PÁL 2000. Esqueçam a crise através do coma alcoólico! Leite da mãe Natal! Os Pop dell’arte na noite 25! Viva o Deus-menino.

Pinto da Costa
Em S. Tomé e Príncipe também ocorrem eleições á presidencia… e também existe um Pinto da Costa… Curioso será que também existe por lá um Socrates?
A prisão do banqueiro
Diziam os jornais este fim-de-semana que fora preso o primeiro banqueiro em Portugal. Não é verdade. É o segundo. A primeira foi a banqueira do povo, a D. Branca, que lançou na rua manifestações de milhares de pessoas, atónicas, sem perceberem como um sistema financeiro tão rentável, tão feito ao jeito dos pobrezinhos, desaparecia num ápice. Depois da prisão da banqueira dos pobres, chegou a hora do banqueiro dos ricos. Embora não se saiba a extensão
dos danos causados pela gestão do BPN, a verdade é que os ricos não saíram à rua em manifestações de pesar e de protesto. Calaram-se. E o Governo com pena dos ricos nacionalizou o BPN e agora vamos nós pagar as dezenas de milhares de euros das moedas do euro, das colecções de pintura, das negociatas do banco insular. Mas o Governo tem razão, os nossos ricos metem dó. A maioria deles foi forjada nos meandros mais escuros da política, cresceu à custa de um subsídio e do financiamento público, sem nunca ter produzido um cêntimo para a riqueza do País. E agora que o banqueiro dos ricos foi preso, ficam quietos, escondidos, à espera da piedade do Estado.
Aquilo que se está a passar com o BPN, já se sabe, que nada tem a ver com a crise financeira, coloca os verdadeiros banqueiros portugueses, assim como o resto do Mundo, nos limites da aflição. O BPN é um caso de polícia, que, pelos vistos, há muito deveria ter sido parado.
Admira, ou se calhar não admira nada, que as autoridades responsáveis pela perseguição às falcatruas geradas no interior deste banco tenham sido tão preguiçosas a reagir quando se tornam verdadeiramente inquisitoriais quando se trata de um desgraçado qualquer que se atrasou no pagamento do IVA ou de qualquer outro imposto. Não há explicações que justifiquem a placidez do Banco de Portugal na fiscalização. Nem do Fisco, nem de outras autoridades de controlo. Os próprios especialistas confirmam que, se não fosse a grave crise financeira, a marosca até tinha passado despercebida.
Qual é a moral desta história? Estou em crer que se vai ficar por uma ou duas figuras a quem vão ser pedidas responsabilidades públicas, que vão passar uns meses a dar à língua sobre o caso, que se realizarão meia dúzia de debates sobre os factos e depois, devagarinho, como se tratasse de uma limpeza a seco, a coisa vai morrendo e nós descuidados e desatentos lá pagaremos as centenas de milhões que os pobres dos nossos ricos acrescentaram às suas miseráveis fortunas. É o nosso fado. Comer, discutir e calar. E pagar.
Francisco Moita Flores
The Bowmans in Cabaret Maxime
As irmãs Bowman começaram a sua carreira na terra natal, Davenport, Iowa (Estados Unidos). Estimuladas pelos pais, cedo descobriram e desenvolveram uma surpreendente capacidade para harmonizar vozes e compor canções. Actualmente, fazem parte da cena musical de Nova Iorque, onde têm recebido o aplauso unânime da crítica e do público. O som das gémeas é em simultâneo único e tipicamente americano. Influências tradicionais conectam-se com características de compositores modernos, o vaudeville mistura-se com o folk, a música clássica encontra-se com o rock and roll.

Windows sofre maior queda em dois anos

De acordo com a Net Applications no último mês o sistema operacional da Microsoft teve a sua maior queda dos últimos dois anos. É a primeira vez que o Windows ficou com uma participação de mercado menor que 90%.
Em 2007, foi registrada uma queda de mais de dois pontos percentuais, diminuindo a participação do sistema de 91,79% para 89,6%. Nos últimos cinco anos, o Windows vem apresentando um declínio contínuo e preocupante para a gigante de Redmond.
Houve também a diminuição do mercado do Windows XP e aumento do Windows Vista, que já ultrapassou 20%. O Mac OS X, da Apple, registrou o melhor resultado dos últimos dois anos, elevando-se para 8,9%. O Linux cresceu de 0,71% em outubro para 0,83% em novembro.
Fonte: iMasters



